No início, a esfera íntima. E então uma comunidade de círculos diante dos olhos. Tanta redondez fez um fio de contas e o ensaio seguiu em linhas onde cada fotografia chamada ao encontro se deixou escolher pelo sentido para fazer o sentido existir. Assim aconteceu uma história de animação recíproca, em que o sopro de uma imagem se prolonga em outra.

As coisas estão vivas e nos sonham. Este ensaio busca imaginar seus sonhos, arriscar uma invenção.


 [ensaio em andamento]